segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Percival Lafer - 1958


Depois de concluir sua graduação em Arquitetura da Universidade Mackenzie, em São Paulo, Percival Lafer assumiu companhia de seu pai mobiliário O Co. Lafer

Seu lema, desde o primeiro dia, foi a inovação. Cada projeto deve refletir o estado-da-arte tecnologias aplicadas às idéias inovadoras. Design contemporâneo destinado ao mercado de massa, cada projeto deve ser diferente e original, portanto patenteado.

Percival Lafer dedica a maior parte de seu tempo para criar novos produtos. A paixão pela arquitetura não poderia ser exercida na totalidade, devido a sua total dedicação ao negócio da família, mas uma série de casas foram projetadas para alguns de seus amigos pessoais. Como um hobby, uma paixão antiga, cultivada desde a infância, desconstruir e depois reconstruir carros. Brinquedos em primeiro, reais mais tarde, nomeando inclusive o modelo MP Lafer, de sua autoria.

  
Cadeira do designer Percival Lafer disponível na Mercato Art

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Iluminando

As luminárias feitas de polietileno (mesmo material usado na fabricação das sacolas plásticas), além de seu belo e divertido design, traz para o ambiente funcionalidade e versatilidade, podendo ser usadas " in & out doors". Escolha a sua na Mercato Art!


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

É cristal ou é vidro?


Muitas pessoas nos perguntam a diferença ou ficam na dúvida se uma peça é de cristal ou de vidro, pudera, a diferença entre os vidros e cristais de hoje é preciso um olhar clínico para definir as nuances. 

O cristal é um vidro que passa por um processo de fabricação mais refinado e requintado. Cristal, o dito mineral de rocha, só mesmo em jóias e pequenos objetos. A diferença entre eles é devido ao teor de óxido de chumbo e o tipo de areia adotada no processo de fabricação.

Na prática o cristal tem um brilho mais intenso e alto poder de refração da luz.

Há padrões internacionais de classificação do cristal. Os ingleses, por exemplo, estabelecem um percentual de 24 a 30% de óxido de chumbo pra cristais de "qualidade". O cristal é composto, ainda, por quartzo e pouco ferro, o que lhe confere a transparência e brilho.

O vidro, quando bem trabalhado, pode confundir os menos observadores, as peças de cristal geralmente são mais finas e mais lisas que as de vidro. A prova final pode ser feita com um leve toque do nó dos dedos na peça. Se produzir aquele som musical ( a ressonância do som ), pode apostar, é cristal!



                                             Taça de vinho em cristal e luminária ovelha de vidro.



sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

A Cidade


“E a cidade se estende, por dentro e por fora, num ir e vir sem fim. Sombras e luz, matéria e memória. E o novo se faz velho no momento seguinte em que se ergue, porque o novo já vem vindo sob a forma de projeto, brotando sem controle. E o velho já vai indo, desgastando quase sem notar. Perceber a cidade é uma experiência vívida que não se repete nunca. Não pode ser explicada porque precisa ser explorada individualmente através do espaço e do tempo, devido a sua dimensão e complexidade. A soma destas experiências forma a imagem plural da cidade, numa sobreposição de idéias com pontos em comum. Decifra-me ou devoro-te, diz a cidade com cabeça humana e corpo de bicho, e cumpre.” (http://www.marciacattoi.blogspot.com.br/2010/07/malha-urbana.html)

 A Mercato Art adora perder-se pela malha urbana e suas representações...


Tela de Jaime Baião


Técnica Mista de Danka Umbert


Tela de Gabi Faro



Telas de Márcia Cattoi


Tela de Vina

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O fim do mundo


Muitas vezes na história houve rumores de que o mundo iria acabar. Amanhã chegamos novamente a uma data determinada: 21/12/12. O fim premente da vida sempre foi motivo de mil e uma teorias, transcendentes ou não. Tema de acirradas discussões, impulsionou a filosofia. 

Um dos pensadores que abordou a morte de forma interessante foi Epicuro de Samos (341-270 a.C.): Considerava o ser humano como uma entidade coesa, formada de partículas em movimento e concebia o fim da vida como um processo inevitável, natural, descrito como a simples dissolução destas partículas elementares. Defendia a ideia de que mais tarde se reuniriam novamente, dando origem a outros seres. "A morte é uma quimera: porque enquanto eu existo, ela não existe; e quando ela existe, eu já não existo". 

Muitos artistas utilizaram a morte como tema até hoje. Na Mercato Art, algumas obras abordam o tema com maior ou menor sutileza. 




Xilogravuras de Samuel Casal


 Pintura de Daniel Barcellos


Pintura de Marcos Caldeira. Calypso



Ímãs de Paulo Govêa


Prates


Vina

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O Tempo


“De que são feitos os dias? 
- De pequenos desejos,  vagarosas saudades,  silenciosas lembranças.
 
Entre mágoas sombrias,  momentâneos lampejos:  vagas felicidades,  inatuais esperanças. 


De loucuras, de crimes,  de pecados, de glórias  - do medo que encadeia  todas essas mudanças. 


Dentro deles vivemos,  dentro deles choramos,  em duros desenlaces  e em sinistras alianças...”
 
Cecília Meireles
 
As bengalas antigas trazem a história enganchada na curva das suas hastes de madeira. Dentro da história, o Tempo e nós mesmos...
Na Mercato Art, poesia em forma de objeto.







Tela de Susano Correia

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Paulo Govêa solta os bichos


A representação de animais na pintura aparece em todos os séculos, desde a Pré História. Na Antiguidade, muitas figuras representaram animais entre egípcios, fenícios, etruscos, gregos... Depois pintores e escultores barrocos, renascentistas, especialmente holandeses e franceses, sempre realizando sua especialidade, seja como colaboração com outros artistas, seja como gênero independente.

Os simpáticos bípedes que povoam as telas de Paulo Govêa integram-se perfeitamente ao seu mundo lúdico. A Mercato Art adora as divertidas personagens, tanto que agora temos em tecido! Foram confeccionadas pela Reciclanto com todo carinho, confira na última imagem.