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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O fim do mundo


Muitas vezes na história houve rumores de que o mundo iria acabar. Amanhã chegamos novamente a uma data determinada: 21/12/12. O fim premente da vida sempre foi motivo de mil e uma teorias, transcendentes ou não. Tema de acirradas discussões, impulsionou a filosofia. 

Um dos pensadores que abordou a morte de forma interessante foi Epicuro de Samos (341-270 a.C.): Considerava o ser humano como uma entidade coesa, formada de partículas em movimento e concebia o fim da vida como um processo inevitável, natural, descrito como a simples dissolução destas partículas elementares. Defendia a ideia de que mais tarde se reuniriam novamente, dando origem a outros seres. "A morte é uma quimera: porque enquanto eu existo, ela não existe; e quando ela existe, eu já não existo". 

Muitos artistas utilizaram a morte como tema até hoje. Na Mercato Art, algumas obras abordam o tema com maior ou menor sutileza. 




Xilogravuras de Samuel Casal


 Pintura de Daniel Barcellos


Pintura de Marcos Caldeira. Calypso



Ímãs de Paulo Govêa


Prates


Vina

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

OBJETOS SONOROS

Apenas por curiosidade, uma descrição interessante da web sobre os instrumentos musicais:  A matéria prima do universo musical - o som - exige ser comunicada. O mediador liberta a ideia sonora que foi criada para o instrumento.

O primeiro dispositivo de gravação e reprodução sonora foi o fonógrafo, inventado por Thomas Edison em 1877, democratizando a reprodução musical. O som atua poderosamente sobre o psiquismo humano, só num nível mais elevado atinge dimensão estética e apresenta princípios racionalizados. 

Todos estes engenhos sonoros são também objetos curiosos, colecionáveis, carregados de história e beleza.


buzinas antigas


guitarra infantil


tela de Marcos Caldeira



Tuba antiga




Gramofone